sexta-feira, 18 de março de 2011

Estadão: Obama terá cardápio vegano no Brasil


Estadão: Obama terá cardápio vegano no Brasil
Do blog radar Político (Estadão) | Obama não vai comer hambúrgueres no Brasil. Tampouco uma tradicional feijoada. O cardápio de sua 1ª visita ao País será exclusivamente vegano – o que significa que o presidente dos EUA e sua comitiva não vão ingerir nenhum derivado de animal (carne, leite, ovos, mel etc.).

Em entrevista ao Congresso em Foco, a banqueteira Renata La Porta, de Brasília, conta que foi contratada para prover a dieta do mandatário norte-americano e garante que lhe foi encomendado misturar produtos brasileiros no cardápio. Entre os pratos planejados por ela, uma feijoada sem carne de porco e paio, mas com espaguete de palmito pupunha.

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Fonte :http://vista-se.com.br/redesocial/estadao-obama-tera-cardapio-vegano-no-brasil/ vista-se ,




Fico feliz, por saber que o presidente Obama e vegano , sinal que novos caminhos estão sendo abertos , uma nova cultura vem surgindo no mundo cada vez mais o mundo vem adquirindo consciência do amor incondicional de deus independente de espécie, o amor ao próximo sendo ele racional ou nao , independe de raça cor ou tamanho , e que jesus no ilumine hoje e sempre, ,

quinta-feira, 17 de março de 2011

Poesia de Outono



O outono já chegou - aos arrufos do vento as folhas num desmaio embalam-se pelo ar...- vão caindo... caindo... uma a uma, em desalento e uma a uma, lentamente, vão no chão pousar...

O céu perdeu o azul - vestiu-se de cinzento e envolveu na neblina a luz baça do luar...

- na alameda onde vou, de momento a momento, há um gemido de folha a cair e a expirar...

O arvoredo transpira as carícias dos ninhos, e o vento a cirandar na curva das estradas eleva o folhareu no espaço em redemoinhos...



Há um córrego a levar as folhas secas em bando...

- e à aragem que soluça entre as ramas curvadas, parece que o arvoredo em coro está chorando!...

Autor: (Jorge de Araújo)
Imagem: (Meramente ilustrativa)

segunda-feira, 7 de março de 2011













O PEQUENO PRÍNCIPE E SUA ROSA

Uma linda história para vocês eu irei contar
Do principezinho que não sabia sua rosa amar
Para entenderem é só saberem enxergar
O significado da palavra “cativar”

“Foste chegando de mansinho,
Como um pequeno broto no jardim
Aos poucos te vi bela e com carinho
Tu sorriste bem faceira para mim
Quão diferente era tu das outras flores
Envolvente e ao mesmo tempo tão carente
Cuidei de ti e até dos teus temores
Para te tornares única em minha mente
Contemplei os teus excessos de vaidade
Tuas tolas mentiras eu surpreendi
Eu era jovem para compreender a verdade
Não sabendo como te amar, resolvi partir
Parti com profunda tristeza no coração
Deixei-te sozinha no meu mundo
Cercada por uma profunda solidão
O remorso corroia-me lá no fundo
Dizia-me que da tua espécie eras a única
Que igual a ti jamais iria eu encontrar
Como um príncipe em minha celeste túnica
Julgava-me rico pelo privilégio de te amar
Com um imenso jardim me deparei
Rosas semelhantes a ti lá eu encontrei
Quão profundamente infeliz fiquei
Então, deitado na relva, eu chorei
Criança que era eu não sabia
O significado da palavra “cativar”
E a raposa me ensinou com maestria
Então compreendi o que era amar
Oh! Minha linda rosa eu enxerguei
Com meu puro e verdadeiro coração
O que com os olhos eu não contemplei
Sempre irei te amar com extrema devoção!”

Escrevo agora com profunda emoção
Escrevo em verso, não escrevo em prosa
Enxergo sempre com os olhos do coração
A linda história do principezinho e sua rosa.

“Se alguém ama uma flor que se encontra numa estrela, é bom a noite olhar o céu, todas as estrelas estão floridas” (Antoine de S’anti Exupéry – O Pequeno Príncipe).

Homenagem à magnífica obra de Antoine de S'ant Exupéry (O Pequeno Príncipe)

Angelike

creditos ao site
http://recantodasletras.uol.com.br/homenagens/1707700 e ah angelike

O valor da amizade


És responsável por quem cativas...
Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
O quanto somos responsáveis por aqueles que nos têm como amigos? Vamos relembrar a sensibilidade destas palavras de Saint Exupéry, em seu livro O Pequeno Príncipe:

Se tu queres um amigo, cativas-me!
Cativar? É uma coisa muito esquecida. Significa criar laços.

Se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol.
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.
Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
Os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração.

Vale a pena relembrar o diálogo entre o Pequeno Príncipe e a raposa:

"E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar."

Oriza Martins

créditos ao site
http://www.orizamartins.com/rosa-caindo.htm

amar

http://www.youtube.com/watch?v=0L6RaWhV2nE&feature=related

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

nosso lar 3 setembro nos cinemas,,,


uma linda historia narrada pelo espirito andre luiz em sua tragetoria no mundo espiritual na colonia nosso lar ue se localiza no espaço aereo da cidade do rio de janeiro ,,, andre luiz nos mostra com todos detalhes sua tragetoria em sua vida depois da morte, uma emocionante historia que vale apena ser prestigiada no cinema,,3setembro ,,

Sinopse
Ao despertar no Mundo Espiritual, André Luiz se depara com criaturas assustadoras e sombrias vivendo, juntamente com ele, neste lugar escuro e sombrio. Além disso, ele também se assusta por perceber que apesar de ter "morrido" ele ainda continua vivo e ainda sente fome, sede, frio e outras sensações materiais. Após um longo período de sofrimento ele é recolhido dessa zona de sofrimento e purgação de falhas do passado por espíritos do bem e é levado para a Colônia Espiritual Nosso Lar, de onde surge o nome do filme. A partir desse momento ele começa a conhecer melhor a vida no além-túmulo e a aprender lições e adquirir conhecimentos que mudarão completamente o seu modo de enxergar a vida.

Tendo então tomado consciência de que está desencarnado (morto), sente imensa vontade de voltar à Terra para visitar e rever parentes próximos de quem guarda imensa saudade. Entretanto, como narra a sinopse do site oficial do filme, isso acontece só para que ele perceba "a grande verdade - a vida continua para todos"[1].
..

quarta-feira, 18 de novembro de 2009





comprar e vender

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

ser vegetariano


Ser Vegetariano ...

É ser mais humano e perceber a vida por uma perspectiva evolutiva e até espiritual.

E sentir-se terrestre como a árvore que doa seus frutos

Sentir-se extraterrestre, como o Sol que doa sua luz

Ser vegetariano é sorrir para a vida

Alegrar-se com pequenas e simples coisas

E olhar os animais com carinho e com respeito

É ouvir a voz dos que não falam

É pensar por aqueles que não podem dizer o que pensam.

Ser vegetariano é questionar os padrões antigos e errados

e aventurar-se no novo com coragem.

Ser vegetariano é ser parte da humanidade do futuro

é ver e voar mais alto

É amar a VIDA e viver!

Seja Vegetariano!

domingo, 20 de setembro de 2009

A primavera (Cecilia Meireles )






Primavera

Cecília Meireles


A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.


Texto extraído do livro "Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1", Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.

Saiba tudo sobre a vida e a obra de Cecília Meireles visitando "Biografias


A primavera e a estaçao dos apaixonados por flores e estaçao onde a vida recomeça de pois de um intenso tempo de escuridao ,decinza ,,,e quando a vida recomeça ,,,dando cores e alegrias ,a todos q saibam adimirar esssa fantastica estaçao ,feliz primavera e uma vida mais feliz e colorida ,,,Bno arley

sexta-feira, 4 de setembro de 2009